sábado, 19 de maio de 2012

RELIGIÃO, POLITICA OU PODER E MUNDO FINANCEIRO!




Quando se fala de religião e de religiosos o que se pretende atingir e denunciar não é por si só o individuo, mas sim a estrutura geral de uma organização. Grandemente é essa que esta errada, a organização é a causa, a culpa essa deve ser distribuída de forma gradual consoante as responsabilidades de cada individuo, mas a maior parte dela é da Cúria de Roma, da cúpula da ICAR (Igreja Católica Apostólica Romana).

O Estado Republicano Burguês, a classe dominante e esta pandilha de partidos colaboracionistas com o sistema que a todos nos explora e nos faz inflizes querem nos fazer crer que vivemos em democracia e o pior é que muitos papalvos acreditam. Essa gentalha toda, hipocritamente diz que o estado está separado da Igreja.
Se separação houvesse de facto metade dos problemas gerados culturalmente e politicamente e nos restantes âmbitos sociais, teriam desaparecido. Caso patente é o de a Igreja ter sido chamada e ter batido o pé na defesa de alguns dias feriados de carácter religioso que nos ameaçam retirar, como se isso não devesse ser excluvivamente problema social e não religioso. Mas é evidente, que este é um exemplo minimo e sem muito valor, o problema é a inferência da ICAR noutras esferas e noutros assuntos da sociedade muito mais relevantes que este caso.

A ICAR como poder e manipuladora das mentes, interfere nas mentalidades e cria um cem número de problemas sociopolíticos também através de suas actividades obscuras em organizações semi-clandestinas, tipo Maçons, como a Opus Dei.

Não creio que a Igreja nos nossos dias tenha perdido muita influência na sociedade e nas mentalidades dos cidadãos, infelizmente, porque Igreja e poder são um e a mesma face de uma moeda trifacetada na qual se inclui também o poder económico. Não sei se é possível mas tentarei fazer uma moeda com 3 faces para simbolizar o que acabei de escrever, com a política ou o poder, a igreja e a banca ou mundo financeiro. Acho que vou ganhar um prémio no mundo das artes. 

Engraçado. Na minha imaginação essa trifacetagem daria a imagem em três dimensões de uma Capela. A Capela da exploração e da ignorância, Estado/Igreja com a sua aparição económica, miragem melhor dizendo, ao fundo sobre uma azinheira, aparecendo no dia do azar, o dia 13, o que vem mesmo a calhar pois é a partir desta data sensivelmente, que o ordenado quase já foi e ainda falta muito mês para acabar.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

FODER UMA DESCONHECIDA É A COISA MELHOR QUE NOS PODE ACONTECER!


FODER UMA DESCONHECIDA É A COISA MELHOR QUE NOS PODE ACONTECER!

Cheguei a casa e encontrei a porta escancarada, mas o mais estranho era que uma desconhecida estava na minha cama. Ela estava de pernas abertas e vestia somente um fio dental. As mamas, essas estavam cobertas com um soutien normal mas o modelo que usava faziam realçar seus dotes naturais. Eram perfeitos aqueles seios. Perfeitamente redondos, bem espetados e ligeiramente bicudos e elevados no corpo, corpo que era totalmente escultural.

Fiquei naturalmente perplexo perante a situação, mas quando ela falou com sua voz melodiosa, ligeiramente rouca mas doce e me disse: vem, eu fiquei com uma erecção incrível e esqueci desconhecer a estranha em minha casa e na minha cama. Tirei o casaco e deitei-me a seu lado. Beijamo-nos e acariciam-nos loucamente sem dizermos uma só palavra. Por fim ela disse: toma, e passou-me para a mão uma embalagem de iogurte.

 Sem muito bem saber qual a ideia e o que fazer com aquilo, fiquei parado por segundos a olhar ora para ela ora para a embalagem do iogurte tentando perceber qual a sua ideia. Por fim ante a minha estupefacção ela disse apontado para aquelas soberbas mamas. Põe e chupa, lambe-me toda. É claro que não hesitei.

Estava inebriado, excitado. Ainda meio vestido iniciei aquela deliciosa missão de cobrir seus seios perfeitos e sensuais com o iogurte. Eu beijava e chupava aqueles lindos marmelos, beijava-a na boca e isto sempre com aquele delicioso iogurte de morango presente nos meus lábios. Tirei a minha roupa, começando pela camisa. Ela apressou-se a tirar-me as minhas calças e deparou-se de repente com a louca excitação de meu pénis que fervilhava de prazer. Sem hesitar meteu-o na boca e fez-me um dos melhores broches da minha vida. A loucura continuou por vários minutos.
Depois desse estonteante sexo oral que ela me fez, eu só lhe podia retribuir no mesmo sentido. 

Deixei aquelas maravilhosas mamas e iniciei a busca de novas paragens. Desci pouco a pouco beijando e passando suavemente a minha língua por aquele fabuloso ventre recto, de pele extremamente suave e doce. Fui descendo e encontrei-lhe a campainha sexual feminina, o clítoris. Lambi suave e ritmadamente aquele lindíssimo órgão. No caso dela era um clítoris exuberante, grande para o normal, sem ser descomunal e muito superior a aqueles que quase não se vêem e que tão difíceis são de encontrar ou de sentir. Ele era belíssimo. Era ligeiramente rosado, quase para o rubro.

Aquela protuberância deixou-me completamente louco. Beijei-o, chupei-o suavemente e acima de tudo lambi-o vezes sem conta. Ela delirou e gozou por várias vezes em múltiplas descargas de espasmos de prazer. Ela de cada vez que gozava de tão louca que estava segurava minha cabeça e a empurrava ligeiramente no sentido da sua vagina. De cada vez que gozou meti minha língua naquela húmida e bela gruta e a beijei e a lambi. Ela delirava com isso ainda mais e soltava loucos gemidos e gritos de prazer.

Depois disso a loucura apoderou-se ainda mais de nós dois. Iniciei a abordagem com meu pénis fazendo-o passar suavemente no seu clítoris e ligeiramente fazendo-o entrar não mais do que 3 ou 4 centímetros dentro da sua bela gruta. A louca gemia de prazer, eu esfaimado e meio lobisomem iniciei a fase seguinte do coito com uma rapidez incrível, metendo e tirando minha verga heréctica num frenesim sobrenatural, até que esgotados passados cerca de quinze minutos caímos na boca um do outro e nos viemos em simultâneo.

Ficamos estupefactos um com o outro. Nossa performance havia superado tudo o que ambos imaginávamos ser possível na busca do prazer.

Por fim ela dirigiu-se ao WC e tomou um duche bem rápido. Cansado como eu estava de um dia de trabalho e depois de tanto esforço devo ter adormecido por uns cinco minutos. Quando acordei nenhuma presença física encontrei e nem mesmo cheguei a ver mais tal mulher, bem como até hoje nem sei seu nome.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

A BICHA PARAPLÉGICA!



Faz dias, na estação do metro da Rotunda, nesta linda e magnífica cidade de Lisboa, que embora ande sempre suja, que tenha seus bairros populares com ambiente de cortar à faca,  ainda assim, continua a ser a minha cidade, a cidade que me viu nascer, onde polulam vadios e prostitutas do antigamente durante o dia e à noite são os vadios e meninos bem, da média sociedade e da média baixa sociedade, nas suas saídas esfaimadas de álcool, de sexo, de droga e rock and rol, embora que este hoje já tenha sido substituído por outras merdas de música, tipo techno ou de disco, ou lá como lhe chamam, faz dias dizia eu, perdi a cabeça e mandei um tipo para o hospital com a cremalheira toda escavacada e a esvaiar-se em sangue por todo o lado, pela boca, pelo cú, pelas ventas e pelos binóculos.

Eu tinha tido um acidente de bicicleta, fazia um mês e uma semana. Andar de bicicleta estava a constituir para mim uma nova experiência de vida, uma nova forma de conhecimento e de prazer. Prazer de andar de pedalar, curtir o esforço e a perícia que fazemos para nos deslocarmos de um lado para o outro em cima de passeios, na estrada, ou em pisos de terra batida e tudo isto sem ter de pagar a chulos, que nos transportem de metro, de autocarro ou de táxi e que pedem, melhor, extorquem o valor que eles bem entendem e querem, tendo por argumento que há uma crise e que eu e todos nós é que a temos de pagar, crise que eles montaram para enriquecerem mais e mais e nos deixarem a nós ainda mais e mais pobres.

O motivo que me levou a ferrar no gajo, foi o de o tipo me ter chamado de bicha paraplégica ou de tetraplégica, ou eu sei lá. Tinha saído da carruagem que me havia trazido dos Restauradores para a estação da Rotunda e como seguia a coxear devido ao estúpido embate que sofri na Praça de Espanha, quando eu andava por ali na minha bike e me dirigia para o trabalho, deixando a referida praça e na intenção de entrar na Av. de Berna, quando de lá vem um filho de uma cabra cega desvairado, com uma porcaria de um veículo ligeiro e me apanha e me faz a roda traseira da bike num oito e a mim num dezoito, espalhando-me eu a todo ao comprido na via publica mesmo à entrada da Av. António Augusto de Aguiar e ficando com a perneta toda torcida, com dores e sem poder andar e trabalhar.

Fiquei num estado de semi choque e quase"loucura", o que se diga, não era a meu ver, caso para menos. Os transeuntes que por ali passavam vieram tentar saber se eu estava bem ou senão e eu só me agarrava à pernita de alicate e sem saber o que fazer ou de dizer. Eu só chamava cabrão e filho da puta, ao gajo da merda do carro que me havia abalroado sem sentido algum. O caramelo não passa de um caixa de óculos do caraças, que não me deve ter visto, apesar de eu ter topado a sua trajetória assassina na minha direção e ter ficado apavorado e de lhe ter feito sinal da minha presença, bem na frente dele, vindo ele a cortar as faixas todas para entrar na Av. António Augusto de Aguiar pela faixa mais à esquerda daquela artéria, ali mesmo junto à embaixada de Espanha.

O choninhas, só quando já estava quase em cima de mim é que fazendo uma cara de mais parvo, ainda do que aquilo que ele é, é que começou a travar a caca do veiculo que trazia lá dentro o animal, mas não conseguiu evitar a colisão. Eu assim que o vi, acelerei a minha marcha pedalando com mais força em sprint, para sair da frente do asteroide maluco em rota de colisão comigo. Se o não tivesse feito, em vez de me ter batido na roda traseira, bem que me havia apanhado em cheio e eu em vez de ter caído no chão, sem ter sofrido algum toque do veículo amaricado do parvalhão, teria era levado com o bólide da sucata dele todo em cima de mim e da bicicleta, e em vez de uma perna e pé torcido, eu poderia era nem estar hoje vivo e muito menos a escrever esta crónica, a não ser que fizesse uma incursão pelo mundo dos espiritos e aqui viesse de OVNI relatar essa situação, por encosto com o medium maçã podre ex-SCP e hoje a prestar serviços na Firma Costa do Pinto para desespero dos Lampiões.

E foi devido a esse sucedido, o do acidente, note-se, que depois de uma convalescença de cinco semanas passei a andar com este andar meio estranho, como de paraplégico. Que me perdoem os que de tal sofrem, pois não é minha intenção ofendê-los ou gozar da sua situação, mas antes caricaturar a minha.

Quando o bocudo e parvalhão no Metropolitano me chamou o que me chamou, falando para a amiga ou namorada que o acompanhava, dizendo, “ olha só para está bicha paraplégica”, eu nem pensei duas vezes e nem em mais nada. Atirei-lhe um gancho com toda a força naquela sarjeta, que logo lhe saltaram meia dúzia de dentes, os quais foram apanhar a carruagem donde eu havia saído, pois deviam já estarem atrasados para o jantar. O jagunço ficou logo meio KO. Eu ainda tive a satisfação de lhe desferir mais quatro valentes narcejas naquela fuça que o deixaram com as orbitas do cretino meio esbugalhadas. Para terminar atirei-lhe um valente coice no estomago que até fez ronco na estação.

A lambisgoia que vinha com ele só gritava e esperneava de louca. Eu só pensava o quanto não tinha valido ter tomado aquele meu pequeno-almoço de Ovomaltine que, tal como habitualmente comia, ora às colheradas ora molhando jabardamente a colher na boca com a saliva e depois deixar que a humidade da peçonha de minha própria pessoa agarrasse o Ovomaltine, enquanto mergulhava a colher na lata. A vaca da rapariga ligou para a polícia e os cow boys nem demoraram mais de cinco minetes a chegar ali. Os pistoleiros levaram-me para a esquadra eu pensei que agora é que ia ser o bom e o bonito. Como é que eu me iria safar daquela?

Estavam na espelunca, cinco gendarmes, que mais pareciam cinco frangos de aviário que tinham feito ginásio e haviam sido lambidos por uma marmota, ficando todos luzidios que nem fruta depois de passada a cera ou a parafina.

Os tipos, depois de me interrogarem e de terem tomado nota de toda a minha identificação, começaram a afiar as mocas deles, muito compridas e finas, os chamados bastões aos cassetetes, ou lá como é que aquela merda se chama, com que eles bateram na foto-jornalista da Reuters e outros membros da imprensa no Chiado na última manifestação dos perigosos “terroristas” da “extrema-esquerda” , dos indignados no dia 22 do passado mês de Março deste ano de 2012.

Eu só pensava que das duas uma, ou os mariconços que só sabem bater em mulheres, crianças e em pessoas indefesas e desarmadas, agora iam fazer o mesmo comigo, ou então, me iriam violar pensando que eu era e gostava de ser um homossexual e eles quereriam experimentar carne humana de primeira, na óptica deles, por ser homem, em vez da de má qualidade de carne de segunda de sopeiras e de mulher-a-dias que andavam a comer. Eu comecei a pensar o que seria preferível, se sair dali todo rebentado por dentro com os orgãos internos todos danificados, depois de levar uma boa porradinha, dada à maneira, de forma a nem deixar por fora marcas negras, mas com poucas esperanças de sobreviver às mazelas deixadas por dentro, que me haveriam de rebentar internamente com tudo o que era, fígado, baço, rins e bexiga, ou se enrabado à má fila.

Se num caso correria perigo de morte, no outro temia correr o perigo de adição. Embora que felizmente nunca nada me vicie, nada me consiga viciar, pois sofro de uma nóia muito pessoal que deve estar na razão de nunca ficar agarrado a nada e que consiste em comer ou beber aquilo que gosto, por semanas a fio, até ficar farto, depois passo a outra coisa qualquer fazendo sempre o mesmo. Quando me farto mudo de prato ou de copo, ou seja, de comida ou de bebida, ou de marca de tabaco e por ai. E assim creio ter descoberto a forma de nunca cair na rede do vício, do que quer que seja. Isto porque dizem que uma vez provando tal e gostando, nunca mais ninguém volta á condição de macho latino e ficamos pelo bandolear da bunda por tudo que é sítio. O termo é mesmo, aqueles que vão já não voltam mais.

Eu tremi, quando depois de me terem mandado aguardar na sala sentado, um dos escroques se ter a mim dirigido e me perguntando disse: “Oiça lá, você tomou mesmo Ovomaltine hoje de manhã?” E eu pensei: Foda-se, estou fodido. O filho da puta do chui é bruxo!

Eu quis cair nas boas graças do canalha e confirmei.

Ele chamou os outros galitos e começamos todos na amena cavaqueira, eu e eles contando anedotas de gajas malucas que tem taras sexuais estranhas e que nós homens por vezes nos amedrontamos com a ousadia e loucura delas, e de bêbados que cheiram sempre mal da boca como  ò caraças. E assim seguimos durante quase um quarto de hora. Até que lhes lancei um repto e lhes disse: ó malta, e se fosse-mos beber umas canecas assim que vocês, saírem? Podíamos ir na cervejaria onde costumam e que o dono pouco ou nada cobra para além de três bebidas. Comíamos qualquer coisa e até já ficávamos jantados, que acham? Os cagarolas, olharam uns para os outros, meio surpresos, pois eu havia descoberto o ninho das vespas e onde elas se alimentavam, mas aludiram e corresponderam ao meu convite positivamente.

Bem, só vos digo que foi o melhor que me sucedeu até hoje. Deixei de pagar qualquer multa de trânsito ou outra desde que pelo menos mensalmente apareça na tasca do Santiago ou do Pina e desde que bebamos juntos umas cervejolas e comamos uns marisquitos à maneira. Com isto passei a ter o estatuto do político, tipo politico oportunista e vendido ao sistema, como são eles todos os tartufos, que andam a 190km à hora e seguem impunemente sem ir a tribunal por tal, ou pagar multa da transgressão e gozando e rindo sem consequência alguma e fazendo dalguns ou muitos deste povo, ainda mais parvos do que são, isto só para ilustrar e não falarmos da colossal corrupção que todos eles uns mais do que outros praticam. É por isso que as pessoas que neles votam, escolhem doentiamente os seus próprios ditadores e algozes e vivem os restos de suas vidas na ilusão de pensarem terem conseguido conquistar a “liberdade” e a “democracia” e de nela viverem.