FODER UMA DESCONHECIDA
É A COISA MELHOR QUE NOS PODE ACONTECER!
Cheguei a casa e encontrei a porta escancarada, mas o mais estranho era
que uma desconhecida estava na minha cama. Ela estava de pernas abertas e
vestia somente um fio dental. As mamas, essas estavam cobertas com um soutien
normal mas o modelo que usava faziam realçar seus dotes naturais. Eram perfeitos
aqueles seios. Perfeitamente redondos, bem espetados e ligeiramente bicudos e
elevados no corpo, corpo que era totalmente escultural.
Fiquei naturalmente perplexo perante a situação, mas quando ela falou com
sua voz melodiosa, ligeiramente rouca mas doce e me disse: vem, eu fiquei com
uma erecção incrível e esqueci desconhecer a estranha em minha casa e na minha
cama. Tirei o casaco e deitei-me a seu lado. Beijamo-nos e acariciam-nos loucamente
sem dizermos uma só palavra. Por fim ela disse: toma, e passou-me para a mão
uma embalagem de iogurte.
Sem muito bem saber qual a ideia
e o que fazer com aquilo, fiquei parado por segundos a olhar ora para ela ora
para a embalagem do iogurte tentando perceber qual a sua ideia. Por fim ante a
minha estupefacção ela disse apontado para aquelas soberbas mamas. Põe e chupa,
lambe-me toda. É claro que não hesitei.
Estava inebriado, excitado. Ainda meio vestido iniciei aquela deliciosa
missão de cobrir seus seios perfeitos e sensuais com o iogurte. Eu beijava e
chupava aqueles lindos marmelos, beijava-a na boca e isto sempre com aquele
delicioso iogurte de morango presente nos meus lábios. Tirei a minha roupa,
começando pela camisa. Ela apressou-se a tirar-me as minhas calças e deparou-se
de repente com a louca excitação de meu pénis que fervilhava de prazer. Sem
hesitar meteu-o na boca e fez-me um dos melhores broches da minha vida. A
loucura continuou por vários minutos.
Depois desse estonteante sexo oral que ela me fez, eu só lhe podia
retribuir no mesmo sentido.
Deixei aquelas maravilhosas mamas e iniciei a busca
de novas paragens. Desci pouco a pouco beijando e passando suavemente a minha
língua por aquele fabuloso ventre recto, de pele extremamente suave e doce. Fui
descendo e encontrei-lhe a campainha sexual feminina, o clítoris. Lambi suave e
ritmadamente aquele lindíssimo órgão. No caso dela era um clítoris exuberante,
grande para o normal, sem ser descomunal e muito superior a aqueles que quase
não se vêem e que tão difíceis são de encontrar ou de sentir. Ele era belíssimo.
Era ligeiramente rosado, quase para o rubro.
Aquela protuberância deixou-me completamente louco. Beijei-o, chupei-o
suavemente e acima de tudo lambi-o vezes sem conta. Ela delirou e gozou por
várias vezes em múltiplas descargas de espasmos de prazer. Ela de cada vez que
gozava de tão louca que estava segurava minha cabeça e a empurrava ligeiramente
no sentido da sua vagina. De cada vez que gozou meti minha língua naquela
húmida e bela gruta e a beijei e a lambi. Ela delirava com isso ainda mais e
soltava loucos gemidos e gritos de prazer.
Depois disso a loucura apoderou-se ainda mais de nós dois. Iniciei a
abordagem com meu pénis fazendo-o passar suavemente no seu clítoris e
ligeiramente fazendo-o entrar não mais do que 3 ou 4 centímetros dentro da sua
bela gruta. A louca gemia de prazer, eu esfaimado e meio lobisomem iniciei a
fase seguinte do coito com uma rapidez incrível, metendo e tirando minha verga heréctica
num frenesim sobrenatural, até que esgotados passados cerca de quinze minutos caímos
na boca um do outro e nos viemos em simultâneo.
Ficamos estupefactos um com o outro. Nossa performance havia superado
tudo o que ambos imaginávamos ser possível na busca do prazer.
Por fim ela dirigiu-se ao WC e tomou um duche bem rápido. Cansado como
eu estava de um dia de trabalho e depois de tanto esforço devo ter adormecido
por uns cinco minutos. Quando acordei nenhuma presença física encontrei e nem
mesmo cheguei a ver mais tal mulher, bem como até hoje nem sei seu nome.
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