sexta-feira, 4 de maio de 2012

FODER UMA DESCONHECIDA É A COISA MELHOR QUE NOS PODE ACONTECER!


FODER UMA DESCONHECIDA É A COISA MELHOR QUE NOS PODE ACONTECER!

Cheguei a casa e encontrei a porta escancarada, mas o mais estranho era que uma desconhecida estava na minha cama. Ela estava de pernas abertas e vestia somente um fio dental. As mamas, essas estavam cobertas com um soutien normal mas o modelo que usava faziam realçar seus dotes naturais. Eram perfeitos aqueles seios. Perfeitamente redondos, bem espetados e ligeiramente bicudos e elevados no corpo, corpo que era totalmente escultural.

Fiquei naturalmente perplexo perante a situação, mas quando ela falou com sua voz melodiosa, ligeiramente rouca mas doce e me disse: vem, eu fiquei com uma erecção incrível e esqueci desconhecer a estranha em minha casa e na minha cama. Tirei o casaco e deitei-me a seu lado. Beijamo-nos e acariciam-nos loucamente sem dizermos uma só palavra. Por fim ela disse: toma, e passou-me para a mão uma embalagem de iogurte.

 Sem muito bem saber qual a ideia e o que fazer com aquilo, fiquei parado por segundos a olhar ora para ela ora para a embalagem do iogurte tentando perceber qual a sua ideia. Por fim ante a minha estupefacção ela disse apontado para aquelas soberbas mamas. Põe e chupa, lambe-me toda. É claro que não hesitei.

Estava inebriado, excitado. Ainda meio vestido iniciei aquela deliciosa missão de cobrir seus seios perfeitos e sensuais com o iogurte. Eu beijava e chupava aqueles lindos marmelos, beijava-a na boca e isto sempre com aquele delicioso iogurte de morango presente nos meus lábios. Tirei a minha roupa, começando pela camisa. Ela apressou-se a tirar-me as minhas calças e deparou-se de repente com a louca excitação de meu pénis que fervilhava de prazer. Sem hesitar meteu-o na boca e fez-me um dos melhores broches da minha vida. A loucura continuou por vários minutos.
Depois desse estonteante sexo oral que ela me fez, eu só lhe podia retribuir no mesmo sentido. 

Deixei aquelas maravilhosas mamas e iniciei a busca de novas paragens. Desci pouco a pouco beijando e passando suavemente a minha língua por aquele fabuloso ventre recto, de pele extremamente suave e doce. Fui descendo e encontrei-lhe a campainha sexual feminina, o clítoris. Lambi suave e ritmadamente aquele lindíssimo órgão. No caso dela era um clítoris exuberante, grande para o normal, sem ser descomunal e muito superior a aqueles que quase não se vêem e que tão difíceis são de encontrar ou de sentir. Ele era belíssimo. Era ligeiramente rosado, quase para o rubro.

Aquela protuberância deixou-me completamente louco. Beijei-o, chupei-o suavemente e acima de tudo lambi-o vezes sem conta. Ela delirou e gozou por várias vezes em múltiplas descargas de espasmos de prazer. Ela de cada vez que gozava de tão louca que estava segurava minha cabeça e a empurrava ligeiramente no sentido da sua vagina. De cada vez que gozou meti minha língua naquela húmida e bela gruta e a beijei e a lambi. Ela delirava com isso ainda mais e soltava loucos gemidos e gritos de prazer.

Depois disso a loucura apoderou-se ainda mais de nós dois. Iniciei a abordagem com meu pénis fazendo-o passar suavemente no seu clítoris e ligeiramente fazendo-o entrar não mais do que 3 ou 4 centímetros dentro da sua bela gruta. A louca gemia de prazer, eu esfaimado e meio lobisomem iniciei a fase seguinte do coito com uma rapidez incrível, metendo e tirando minha verga heréctica num frenesim sobrenatural, até que esgotados passados cerca de quinze minutos caímos na boca um do outro e nos viemos em simultâneo.

Ficamos estupefactos um com o outro. Nossa performance havia superado tudo o que ambos imaginávamos ser possível na busca do prazer.

Por fim ela dirigiu-se ao WC e tomou um duche bem rápido. Cansado como eu estava de um dia de trabalho e depois de tanto esforço devo ter adormecido por uns cinco minutos. Quando acordei nenhuma presença física encontrei e nem mesmo cheguei a ver mais tal mulher, bem como até hoje nem sei seu nome.

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